Música: Bobcaygeon – The Tragically Hip

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Foto divulgação. Banda ficou ativa até junho/2018, após 14 álbuns de estúdio e uma carreira bem sucedida com mais de 30 anos em atividade.

“Bobcaygeon” é o nome da canção que eu simplesmente tinha que conhecer. Daquelas que eu não poderia seguir o meu rumo sem ter cruzado com ela. O ano é 1998, a banda canadense The Tragically Hip está em seu 6º álbum de estúdio, Phantom Power, #1 no país e com status de platina tripla.

Essa canção foi lançada no ano seguinte, 1999, como 4º single e até os dias de hoje é considerada como “como uma das canções de assinatura mais duradouras e amadas da banda”.

A música tem o nome de uma pequena cidade em Ontário, a alguns quilômetros da capital Toronto. O personagem principal da música é um policial, que por ter essa profissão, se encontra em momentos estressantes, situações perigosas, e às vezes pensa em desistir.

Porém, passar momentos em Bobcaygeon, ao lado da pessoa que ama, restaura seu espírito, o faz admirar as estrelas, contrastando com toda poluição, correria, céu monótono e caos urbano.

“… as constelações revelam a si mesmas uma estrela de cada vez.”

Uma curiosidade sobre a escolha da cidade “Bobcaygeon” para a música, foi o fato de que esse era o único nome que o vocalista conseguia encontrar para rimar com a palavra constellation que significa em português “constelação”.

Me encantou a temática da música estar tão ligada ao espaço, a natureza, principalmente às estrelas. Mas a canção não aborda apenas isso! Ela também tem uma vertente, um fundo político que critica os racistas, anti-semitas, e tumultos, que ocorriam com frequência naquela época no país, trecho que pode ser visto encenado no clipe.

Enfim, Bobcaygeon é uma canção ganhadora do Juno Awards, extremamente amada por todos os fãs da banda que ficou mais de 30 anos ativa na indústria musical. The Hip foi extremamente amada e conhecida em seu país, influência de muitos grupos e cantores, exercendo um grande impacto cultural até na própria cidade que serviu de inspiração.

Infelizmente em dezembro de 2015, o vocalista Gordon Downie, foi diagnosticado com câncer terminal no cérebro e nos deixou em 2017. Porém, antes de partir, em 2016 ele tornou pública sua batalha, decidiu lançar um último álbum e sair em turnê com a banda para se despedir com carinho de todos os fãs. Um evento foi realizado com o nome “Concert Under the Constellations” que contou com o maior número de público na história da cidade que o sediou, com todo lucro de doações destinado a uma organização dedicada à erradicação do câncer (fonte Wikipedia).

Conheci essa música em março de 2020, após assistir a 3ª temporada na Netflix de “Anne With an E”. Para quem não sabe, a série é filmada no Canadá e, os produtores decidiram colocar como abertura “Ahead By A Century” — que também é lindíssima e pertence a The Tragically Hip.

Fui procurar por ela no Spotify, e foi quando tive a ideia de pesquisar mais sobre a história da banda, me deparando com o triste desfecho de Gordon, porém, com a grata surpresa de encontrar “Bobcaygeon” e amá-la como amo hoje.

Achei que valeria a pena compartilhar aqui no blog, espero muito que vocês gostem. Nesses momentos de quarentena, é ela que tem aquecido meu coração, trazendo as mais belas e tocantes lembranças dessa minha mais recente jornada.

Bobcaygeon

I left your house this morning
‘Bout a quarter after nine
Coulda been the Willie Nelson
Coulda been the wine

When I left your house this morning
It was a little after nine
It was in Bobcaygeon, I saw the constellations
Reveal themselves, one star at time

Drove back to town this morning
With working on my mind
I thought of maybe quittin’
Thought of leavin’ it behind

Went back to bed this morning
And as I’m pullin’ down the blind
Yeah, the sky was dull and hypothetical
And fallin’ one cloud at a time

That night in Toronto
With its checkerboard floors
Riding on horseback
And keeping order restored
‘Til The Men They Couldn’t Hang
Stepped to the mic and sang
And their voices rang with that Aryan twang

I got to your house this morning
Just a little after nine
In the middle of that riot
Couldn’t get you off my mind

So, I’m at your house this morning
Just a little after nine
‘Cause, it was in Bobcaygeon
Where I saw the constellations reveal themselves
One star at time

 

margarida desenho-Transp

Música: Cut My Lip – Twenty One Pilots

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Lhes apresento os mais novos integrantes do maravilhoso hall de favoritos da Deise: Joshua Dun e Tyler Joseph – a dupla de Ohio, Estados Unidos, ||-// twenty øne piløts. Foto: NME.com

Foi da maneira mais aleatória possível.

Em julho, num sábado à tarde em casa, estava eu ouvindo canções no meu aplicativo de streaming, como habitualmente faço, quando decidi entrar na lista de novidades… fui dando play, e seguindo para a próxima — nada que valesse a pena salvar ou escutar novamente, até que me deparei com o último lançamento: “Cut My Lip” do duo Twenty One Pilots, dividido com o público no dia 11.

Sim, já havia escutado alguns singles deles, “Ride” até o momento, era a única que havia tocado o meu coração em grandes proporções, mas aí tudo mudou com CML. Amor instantâneo. O peso da batida me conquistou, a voz nos moldes tecnológicos me atraiu, e a letra foi uma identificação direta, principalmente em um momento da minha vida em que as coisas não estavam nada fáceis.

Então, dizer que “mesmo estando machucado e com a face cheia de contusões, continuarei me movendo” era exatamente o que eu precisava. Essa ideia de persistência apesar dos obstáculos, de continuar avançando apesar de ser agredido (seja por circunstâncias naturais da vida, ou pelo que quer que seja) é altamente inspirador.

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Foto promocional de “Trench”, 5º álbum de estúdio da banda – por Brad Heaton

Cut My Lip é sobre de uma certa forma não desistir da esperança. O caminho para a glória e redenção é marcado também por dores e autonegação. Por tentativas, quedas e levantes. É sobre continuar tentando, sobre confiar na sua “alcateia” (naquelas pessoas que estarão sempre perto, os leais) —  ser um leão, símbolo de bravura e confiança. Cut My Lip também ilustra sobre como podemos ser ao mesmo tempo autodestrutivos, como podemos nos consumir em nossos próprios sentimentos e pensamentos, voltando a lugares que não deveríamos, mesmo sabendo que somos a nós mesmos quem abusamos.

A canção também possui algumas referencias bíblicas, como a passagem de Jesus pelo jardim do Getsêmani.

É forte, metafórica, melancólica e ao mesmo tempo dançante. Uma mistura de reggae com rock alternativo. Era o que eu necessitava naquele momento. Minha música de todos os dias, para todos os momentos. Claro, desencadeou a minha apreciação também, pelo álbum inteiro Trench, lançado em 2018 e que definitivamente recomendo e preciso falar dele um dia para vocês…! Todas as faixas acabaram me cativando e me guiando para outros trabalhos da banda.

Enfim, da versão ao vivo, fui para a versão de estúdio, pra versão acústica… o meu amor só cresceu! Queria compartilhar aqui no blog a importância dela pra mim, até para poder registrar a possível mais tocada de 2019 —  bah, acreditem quando eu digo que julho foi quase todo deles haha.

 

Cut My Lip

I’ll keep on tryin’, might as well
If you decide all is well
I’ll keep on tryin’, might as well (Might as well)
If you decide all is well (All is well)

Though I am bruised, face of contusions
Know I’ll keep movin’
Though I am bruised, face of contusions
Know I’ll keep movin’, know I’ll keep movin’

Rust around the rim, drink it anyway
I cut my lip
Isn’t what I want, blood is on my tongue
I cut my lip

I keep on goin’ back
Even though it’s me I abuse
I’ll keep on goin’ back
Even…

Though I am bruised, face of contusions
Know I’ll keep movin’
Though I am bruised, face of contusions
Know I’ll keep movin’, know I’ll keep movin’

Rust around the rim, drink it anyway
I cut my lip
Isn’t what I want, blood is on my tongue
I cut my lip, oh oh, yeah
I cut my lip, oh oh, yeah

I don’t mind at all, lean on my pride
Lean on my pride, I’m a lion
I don’t mind at all, lean on my pride
Lean on my pride, I’m a lion
I don’t mind at all, lean on my pride
Lean on my pride, I’m a lion
I don’t mind at all, lean on my pride
Lean on my pride, I’m a lion

Though I am bruised, face of contusions
Know I’ll keep movin’, know I’ll keep movin’

Rust around the rim, drink it anyway
I cut my lip
Isn’t what I want, blood is on my tongue
I cut my lip
I cut my lip

I don’t mind at all, lean on my pride
Lean on my pride, I’m a lion
I don’t mind at all, lean on my pride
Lean on my pride, I’m a lion.

Espero que vocês tenham gostado! Com o tempo vou produzir mais resenhas musicais e, para quem gosta de conhecer coisa nova, explorar playlists, ou quer adicionar aquela canção top diferentona, basta me seguir no Instagram e vasculhar meus destaques, além de visualizar os stories e seguir meu perfil no Spotify —  tem muuuuuuuuita coisa incrível.

Um super beijo da Deise!

margarida desenho-Transp

Música: Imitation Of Life – R.E.M.

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Na reta final de 2018, eu ganhei um lindo presente: conhecer melhor a banda americana de rock alternativo, R.E.M. Já havia mostrado pra vocês o meu amor pela “Everybody Hurts” aqui no blog, e tirando essa, tinha duas que estão na lista de músicas que considero como trilha sonora da minha vida, e essa lista acabou de crescer depois que conheci mais sobre essa banda numa playlist aleatória no final do ano passado no YouTube.

Ouço Imitation Of Life praticamente todos os dias. Me apaixonei por ela em todos os sentidos. Amo sua melodia, seu significado… é daquelas que você consegue respirar a canção de tão linda que é!

Lançada em 30 de abril de 2001 no Reino Unido, e em 8 de maio de 2001 nos Estados Unidos, a música é o primeiro single do 12º álbum de estúdio Reveal. Sucesso internacional, composta por todos os membros — Stipe, Buck, Mills, nomeada ao Grammy e baseada em um filme de mesmo nome (lançado em 1959), faz parte de duas compilações da banda.

Uma curiosidade sobre o vídeo: foi filmado por uma câmera estática por apenas 20 segundos! O que vemos é um loop que adianta e regressa o clipe até o seu final + uma técnica chamada pan and scan que adapta o formato da imagem para diversas mídias, como DVD, televisão etc, e dando tipo um zoom em certas partes do vídeo. Assistam, e vocês vão entender haha.

A música fala sobre como todos querem o mesmo na vida, mas todo mundo finge que não, apenas porque têm medo do que os outros pensam. Você não pode mostrar a outras pessoas como tenta, precisa se esconder até alcançar o sucesso, para que as pessoas não pensem que você é um fracasso. Parece que você não se importa com nada, porque essa é a “coisa legal a se fazer”.

É por isso que a música diz “Ninguém pode ver você tentar”. Essas são as coisas que as pessoas que se importam fazem. E embora a maioria das pessoas se importe, elas apenas fingem que não. — Anotação de um fã no site Genius

Espero que vocês amem o tanto quanto eu! Quem me segue no Instagram [@senhoritadeise], sabe que todos os dias eu compartilho por lá, e deixei marcado na aba destaques, que ela já marcou o meu ano de 2019!

Imitation Of Life

Charades, pop skill
Water hyacinth, named by a poet
Imitation of life
Like a koi in a frozen pond
Like a goldfish in a bowl
I don’t want to hear you cry

That’s sugarcane that tasted good
That’s cinnamon, that’s Hollywood
Come on, come on, no one can see you try

You want the greatest thing
The greatest thing since bread came sliced
You’ve got it all, you’ve got it sized
Like a Friday fashion show teenager
Freezing in the corner
Trying to look like you don’t try

That’s sugarcane that tasted good
That’s cinnamon, that’s Hollywood
Come on, come on, no one can see you try

No one can see you cry

That’s sugarcane that tasted good
That’s freezing rain, that’s what you could
Come on, come on, no one can see you try

This sugarcane, this lemonade
This hurricane, I’m not afraid
Come on, come on, no one can see me cry
This lightning storm, this tidal wave
This avalanche, I’m not afraid
Come on, come on, no one can see me cry

That’s sugarcane that tasted good
That’s who you are, that’s what you could
Come on, come on, no one can see you cry
That’s sugarcane that tasted good
That’s who you are, that’s what you could
Come on, come on, no one can see you cry

@blogsrtadeise ♡ @blogsenhoritadeise

Um grande beijo!

margarida desenho-Transp

Top Songs 2018: MEU ANO NA MÚSICA

Estava esperando ansiosamente por isso!

(🇺🇸) I’ve been looking forward to it!

Saiu na semana passada, a campanha 2018 Wrapped do Spotify! O serviço de stream prepara uma lista toda especial para os seus usuários, com dados importantes e curiosidades sobre suas músicas mais tocadas, artistas, playlists, gêneros musicais e muito mais!

(🇺🇸) Last week, Spotify released the 2018 Wrapped campaign! The streaming service prepares a very special list for their users, with important data and curiosities about their most played songs, artists, playlists, musical genres and more!

Ano passado, dividi aqui com vocês, e em 2018 não poderia ser diferente!

(🇺🇸) Last year, I shared here with you all, my top 100, and in 2018 it could not be any different!

blog-senhorita-deise-spotify-2018-wrapped

Esse ano, resolvi revisitar muitas das minhas canções favoritas, por isso nesse top 100, vocês não encontraram muitas novidades como da outra vez, porque, quem me acompanhou sabe que de três em três meses, eu selecionava 30 novidades do mundo da música e as agregava em uma playlist trimestral.

(🇺🇸) This year, I decided to revisit many of my past favorite songs, so in this top 100, you won’t find many ‘new things’ like the other time, because whoever accompanied my last year’s post, knows that every three months, I selected 30 newness from the world of music and added in a quarterly playlist.

Em 2018, eu me dediquei mais ao meu primeiro estilo favorito: o rock! Rock cristão, punk-rock, rock-rap, nu-metal… teve bastante Limp Bizkit, Linkin Park, Nightwish, Coldplay, Green Day, Hillsong United, Switchfoot, Building 429 e muito mais!

(🇺🇸) In 2018, I focused more on my first favorite genre: rock! Christian rock, punk-rock, rock-rap, nu-metal… you’re gonna find a lot of Limp Bizkit, Linkin Park, Nightwish, Coldplay, Green Day, Hillsong United, Switchfoot, Building 429 songs, and more!

O topo da lista surpreendeu! Liberdade, da Priscilla Alcântara me encantou de um jeito que grudou no repeat haha, e não saiu mais! Fiz uma crítica sobre a canção aqui no blog, que você pode ler clicando aqui.

(🇺🇸) The top of the list surprised! Liberdade, from Priscilla Alcântara enchanted me in a way that it was stuck on repeat haha, and it did not leave! She’s a brazilian gospel singer and songwriter, that I’m sure you would love if you give her a chance!

MySpotifyWrapped2018

Fiquei impressionada com a quantidade de músicas que eu escutei esse ano no aplicativo: 4.009, em 31.537 minutos! 47% a mais que o ano passado! O artista que ficou com o posto de mais escutado, foi o meu favorito Chris Brown, e como o próprio Spotify disse, isso é muito bom (nossa, eu amei isso)! Linkin Park e Switchfoot permaneceram firmes na lista, isso foi incrível porque demonstra consistência, sendo que só a banda gospel que baixou algumas posições.

(🇺🇸) I was impressed by the amount of music I heard this year in the app: 4,009 in 31,537 minutes! 47% more than last year! The artist who got the most listened place, was my favorite artist Chris Brown, and as Spotify itself said, this is very good (Wow, I loved that)! Linkin Park and Switchfoot remained on the list, and this was amazing, very consistent.

Meus gêneros favoritos foram: Rock, pop, hip-hop e cristã, o que possibilitou uma diversidade maravilhosa na playlist. Foi muito gostoso escutar uma por uma, sem pular nem alterar a ordem e lembrar de cada fase da vida, de cada novo acontecimento que me marcou.

(🇺🇸) My favorite genres were: Rock, Pop, Hip-Hop and Christian music, which made a wonderful diversity in the playlist. It was very nice to listen one by one, without skipping or changing the order of the tracks and remembering each phase of my life, every new event that marked me… amazing how music means a lot to me.

Meu 2018 Wrapped do Spotify, já está disponível para quem me segue na plataforma, e para quem quiser conhecer mais do que me inspirou este ano! Clique aqui, para ouvir e se emocionar!

(🇺🇸) My 2018 Wrapped from Spotify is already available to anyone who follows me on the platform, and for anyone who wants to know more of what inspired me this year! Click here to listen and get excited!

Quer saber como foi o seu ano na música? Acesse esse site: spotify.com/2018

Spotify, muito obrigadaaaaa!

Agradeço também a sua visita ❤

(🇺🇸) Thank you Spotify!

And thank you for being here 🙂

margarida desenho-Transp

Música: Liberdade – Priscilla Alcântara

Foi muito inesperado o meu contato com essa música, e a forma como ela falou comigo.

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Muitas pessoas infelizmente se conformam com as “prisões” deste mundo, e pensam que não tem mais como sair delas; pensam não haver saída. Pensam que estando “mergulhadas em pecado”, não há mais jeito pra elas, não se acham dignas, pensam que tudo está perdido.

Falei algo similar aqui no blog, há algum tempo, e continuo com a mesma opinião: ter a liberdade em Cristo, é a melhor coisa que pode acontecer na vida de um ser humano. Esqueça tudo que você já ouviu sobre liberdade aí fora, porque é tudo mentira, sim, é isso mesmo, a “sensação” provocada, só te torna mais escravo de si mesmo e suas paixões.

E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.
Romanos 12:2

Em Cristo você pode aprender a voar, a ser quem Ele quer que você seja. Muitos têm a sua interpretação pessoal da música e do clipe da Priscilla Alcântara, mas eu sinceramente amei. Amei a letra, amei o conceito visual, e toda mensagem que ela passa. Tem uma linda melodia, e uma metáfora extremamente interessante. Na verdade, essa é a canção mais tocada no meu Spotify essa semana, e não pretendo parar de escutar! Eu super recomendo e eu, com toda certeza, gostaria de ter a sua opinião nos comentários.

Quando você anda com Deus, você passa a ser diferente, a pensar diferente, perde o interesse em se encaixar nos padrões vistos por aí, você “sai da caixa” e passa a ser reflexo dEle na Terra. Sal. Luz. Liberdade.

Deus deseja te libertar do pecado, dos preconceitos, da baixa auto-estima, da falta de crença, da desesperança, da falta de motivação, do conformismo, do comodismo, de tudo que for ruim ou que possa te prejudicar.

Assista abaixo, o vídeo 🙂 um grande beijo, espero que vocês tenham gostado, não se esqueçam de contar o que acharam, e vejo vocês na próxima postagem!

“… não deixe nada te dizer quem você é.

Você é o que vê em Mim.”

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Música: Sara – Fleetwood Mac

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Peter Green, Christine McVie, Stevie Nicks, Mick Fleetwood & Lindsey Buckingham: Fleetwood Mac. Foto retirada do site consequenceofsound.net

“Sara” nasceu em 1979, e atingiu um enorme sucesso nos anos 80, mas me apaixonei por sua melodia na sexta-feira da semana passada! Desde então, não consigo parar de escutar e precisei vir até aqui demonstrar tudo isso e pedir que vocês deem uma chance e o play!

Como berço, o álbum “Tusk”, o mais caro e mais ousado da banda anglo-americana Fleetwood Mac. Amo a profundidade da letra composta por Stevie Nicks, sua alma exposta ao cantar cada sílaba — é muito pessoal.

“Sara” seria o nome da filha que ela não chegou a ter, e é também o nome da pessoa que era sua amiga, e que a separou de um grande amor. Existem trechos dedicados a seu companheiro de banda Mick Fleetwood pessoa em que ela “encontrou conforto após grande tempestade”… muitos especulam, mas a verdade é que, Nicks nunca esclareceu totalmente seu significado. Mesmo sendo enigmática, continua sendo linda.

Estava no carro quando a canção tocou no rádio… o verso you’re the poet in my heart me cativou instantaneamente.

Chegou a 7ª posição da Billboard Hot 100 e permaneceu nesse posto por três semanas seguidas. Tem várias versões, um dos maiores sucessos. Gosto muito do arranjo, melodia, coro… gosto muito do fato de ser diferente do jeito que é, simplesmente entrou para a minha trilha sonora.

Espero que vocês gostem o tanto quanto eu.

Disponível em todas as plataformas digitais.

Sara

Wait a minute, baby
Stay with me awhile
Said you’d give me light
But you never told me about the fire

Drowning in the sea of love
Where everyone would love to drown
But now it’s gone
It doesn’t matter what for
When you build your house
Then call me home

And he was just like a great dark wing
Within the wings of a storm
I think I had met my match
He was singing
And undoing
And undoing the laces
Undoing the laces

Said, Sara
You’re the poet in my heart
Never change
Never stop
But now it’s gone
It doesn’t matter what for
But when you build your house
Then call me home

Hold on
The night is coming and the starling flew for days
I’d stay home at night all the time
I’d go anywhere, anywhere, anywhere
Ask me and I’m there
Ask me and I’m there, I care

In the sea of love
Where everyone would love to drown
But now it’s gone
They say it doesn’t matter anymore
If you build your house
Then, please, call me home

Sara
You’re the poet in my heart
Never change
And don’t you ever stop
Now it’s gone
No, it doesn’t matter anymore
When you build your house
I’ll come by

Sara
Sara
(There’s a heartbeat
And it never really died, it never, never really died)
Oh Sara
Would you swallow all your pride
Would you speak a little louder
Singing, all I ever wanted

margarida desenho-Transp