Olá Primavera! #4

“No que depender de mim, estenderei a graça…”

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Olá meus queridos leitores, como vocês estão?

Pois é, faz tempo desde que estive aqui postando algo para vocês, passamos da marca de um mês, não é mesmo? Mas estou aqui, para a publicação anual de Primavera, a estação mais maravilhosa e linda do ano! Quero compartilhar hoje e deixar registrado, algumas reflexões que marcaram os meus dias, durante essas semanas através de experiências, e que fizeram toda diferença na hora de agir, repensar, de zerar e recomeçar com novas atitudes.

Graça — dom sobrenatural de Deus, no qual alcançamos a Salvação eterna, favor concedido aos homens. Restauração, participação na vida divina. Recuperação dos laços, do relacionamento com o Pai, através do sincero arrependimento e aceitação do Senhor Jesus. Benevolência, estima, boa vontade. Elegância e beleza das formas. Porte. Graça, é o que podemos receber e sermos gratos ao reconhecer ao nosso redor essa dádiva.

No que depender de nós, devemos estender a graça.

O que isso significa exatamente?

Reafirmo que na vida vivemos diversas situações diariamente. Apesar de termos uma rotina a seguir, horários marcados, encontros com as mesmas pessoas nos locais de sempre, as coisas são imprevisíveis, e têm alterações em seus cursos. Vemos pessoas novas no percurso, o clima muda, um mínimo detalhe pode fazer daquele dia, daquela semana, daquele mês, algo completamente diferente, fazemos escolhas, somos exemplo, seguimos exemplos, guardamos e liberamos sentimentos à medida que a vida segue, à medida que as coisas acontecem, e é nesse curso que devemos sempre estender a graça.

Devemos entender que o caráter de Deus é imutável, Ele é o mesmo ontem, hoje e o será para sempre. A misericórdia dEle se renova a cada dia, mas que o seu caráter fiel e justo, vêm sempre primeiro. Somos perdoados, porque nossa natureza, nosso modo de viver, de enxergar e agir, não modificam a natureza benigna de Deus. Ele é fiel à Sua Palavra, e ela nunca volta vazia.

A bondade do Pai é maior do que as atrocidades e erros humanos. Por mais que tudo pareça estar de cabeça para baixo, por mais que as coisas pareçam feias e sem solução, nEle existe um lugar de paz, compreensão e compaixão. Existe uma saída, nós podemos ser melhores, podemos ser pessoas diferentes, seres humanos que não seguem essa inclinação.

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A natureza de Deus é diferente da nossa natureza

Deus não irá odiar alguém porque você odeia essa pessoa. Não fará mal a ninguém, por mais que esse seja o desejo secreto do seu coração. Sabe, eu sempre penso que se Deus me visse e me rotulasse com a impressão de um dia mau, o que seria de mim? Então, por que fazer isso com o outro? Por que julgar alguém por todo tempo, por esse motivo?

Então, no que depender de mim, estenderei a graça. A mesma graça que eu recebo todos os dias, a mesma oportunidade, a mesma chance que tenho perante Ele. Nunca existiu diferença entre pecados, somos nós que o categorizamos, mas na verdade mesmo, Deus os vê da mesma maneira, e sendo qual for, eles são a única coisa que podem nos separar definitivamente dEle, se não dermos um jeito de nos consertar e não viver neles.

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Vou procurar não dar ouvidos ao meu coração egoísta. Amarei porque Deus ama, confiarei em Deus, pois sei que se minha vida estiver nas mãos dEle não há porque temer.

Nessa estação, convido você a estender a graça para o seu próximo. Pensar em como você pode contribuir para que essa pessoa seja mais leve. Pensar em como você pode relevar e não guardar em seu coração, sentimentos ruins. Pensar em como a cruz foi por todos nós, e não para um seleto grupo, não apenas para A, B ou C — não somos perfeitos, não somos merecedores, mas quando aprendemos a estender a graça, aprendemos o quanto devemos depender dela, vemos o quanto não podemos viver sem essa dádiva.

Nessas mais de 600 palavras, espero ter tocado em você, ou pelo menos ter feito algum sentido. Talvez eu ainda volte aqui para fazer algum ajuste, algum acréscimo de ideia, até porque, como eu disse tudo muda, as inspirações vêm… enfim, imagine como o mundo poderia ser melhor, se milhares de pessoas decidissem quebrar as correntes e fazer diferente.

Um grande beijo, deixe seu comentário, sua opinião e compartilhe com quem você ama! Não abandonei o blog, hein? Tem mais textos e conteúdo novo chegando em breve! Orem por mim, torçam para que coisas boas aconteçam, pois tenho muitos desafios pela frente, desafios que preciso vencer haha. Obrigada pelo apoio, só de ter tido esse clique, seus olhos lendo essas frases, significa muuuuuuuuuuuuito pra mim!

Até a próxima, e seja bem-vinda Primavera! VAMOS FLORIR!

Agradeço a inspiração e orientação @marialuquet! Que Deus te abençoe grandemente!

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Música: Cut My Lip – Twenty One Pilots

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Lhes apresento os mais novos integrantes do maravilhoso hall de favoritos da Deise: Joshua Dun e Tyler Joseph – a dupla de Ohio, Estados Unidos, ||-// twenty øne piløts. Foto: NME.com

Foi da maneira mais aleatória possível.

Em julho, num sábado à tarde em casa, estava eu ouvindo canções no meu aplicativo de streaming, como habitualmente faço, quando decidi entrar na lista de novidades… fui dando play, e seguindo para a próxima — nada que valesse a pena salvar ou escutar novamente, até que me deparei com o último lançamento: “Cut My Lip” do duo Twenty One Pilots, dividido com o público no dia 11.

Sim, já havia escutado alguns singles deles, “Ride” até o momento, era a única que havia tocado o meu coração em grandes proporções, mas aí tudo mudou com CML. Amor instantâneo. O peso da batida me conquistou, a voz nos moldes tecnológicos me atraiu, e a letra foi uma identificação direta, principalmente em um momento da minha vida em que as coisas não estavam nada fáceis.

Então, dizer que “mesmo estando machucado e com a face cheia de contusões, continuarei me movendo” era exatamente o que eu precisava. Essa ideia de persistência apesar dos obstáculos, de continuar avançando apesar de ser agredido (seja por circunstâncias naturais da vida, ou pelo que quer que seja) é altamente inspirador.

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Foto promocional de “Trench”, 5º álbum de estúdio da banda – por Brad Heaton

Cut My Lip é sobre de uma certa forma não desistir da esperança. O caminho para a glória e redenção é marcado também por dores e autonegação. Por tentativas, quedas e levantes. É sobre continuar tentando, sobre confiar na sua “alcateia” (naquelas pessoas que estarão sempre perto, os leais) —  ser um leão, símbolo de bravura e confiança. Cut My Lip também ilustra sobre como podemos ser ao mesmo tempo autodestrutivos, como podemos nos consumir em nossos próprios sentimentos e pensamentos, voltando a lugares que não deveríamos, mesmo sabendo que somos a nós mesmos quem abusamos.

A canção também possui algumas referencias bíblicas, como a passagem de Jesus pelo jardim do Getsêmani.

É forte, metafórica, melancólica e ao mesmo tempo dançante. Uma mistura de reggae com rock alternativo. Era o que eu necessitava naquele momento. Minha música de todos os dias, para todos os momentos. Claro, desencadeou a minha apreciação também, pelo álbum inteiro Trench, lançado em 2018 e que definitivamente recomendo e preciso falar dele um dia para vocês…! Todas as faixas acabaram me cativando e me guiando para outros trabalhos da banda.

Enfim, da versão ao vivo, fui para a versão de estúdio, pra versão acústica… o meu amor só cresceu! Queria compartilhar aqui no blog a importância dela pra mim, até para poder registrar a possível mais tocada de 2019 —  bah, acreditem quando eu digo que julho foi quase todo deles haha.

 

Cut My Lip

I’ll keep on tryin’, might as well
If you decide all is well
I’ll keep on tryin’, might as well (Might as well)
If you decide all is well (All is well)

Though I am bruised, face of contusions
Know I’ll keep movin’
Though I am bruised, face of contusions
Know I’ll keep movin’, know I’ll keep movin’

Rust around the rim, drink it anyway
I cut my lip
Isn’t what I want, blood is on my tongue
I cut my lip

I keep on goin’ back
Even though it’s me I abuse
I’ll keep on goin’ back
Even…

Though I am bruised, face of contusions
Know I’ll keep movin’
Though I am bruised, face of contusions
Know I’ll keep movin’, know I’ll keep movin’

Rust around the rim, drink it anyway
I cut my lip
Isn’t what I want, blood is on my tongue
I cut my lip, oh oh, yeah
I cut my lip, oh oh, yeah

I don’t mind at all, lean on my pride
Lean on my pride, I’m a lion
I don’t mind at all, lean on my pride
Lean on my pride, I’m a lion
I don’t mind at all, lean on my pride
Lean on my pride, I’m a lion
I don’t mind at all, lean on my pride
Lean on my pride, I’m a lion

Though I am bruised, face of contusions
Know I’ll keep movin’, know I’ll keep movin’

Rust around the rim, drink it anyway
I cut my lip
Isn’t what I want, blood is on my tongue
I cut my lip
I cut my lip

I don’t mind at all, lean on my pride
Lean on my pride, I’m a lion
I don’t mind at all, lean on my pride
Lean on my pride, I’m a lion.

Espero que vocês tenham gostado! Com o tempo vou produzir mais resenhas musicais e, para quem gosta de conhecer coisa nova, explorar playlists, ou quer adicionar aquela canção top diferentona, basta me seguir no Instagram e vasculhar meus destaques, além de visualizar os stories e seguir meu perfil no Spotify —  tem muuuuuuuuita coisa incrível.

Um super beijo da Deise!

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Recompensa

Hoje quero compartilhar uma reflexão importante acerca da espera.

Abrindo o meu coração em uma conversa informal com uma grande amiga, aprendi uma coisa importante:

Muitos falam sobre a dor da espera; infelizmente essa é sempre a parte mais visada, porém, nessa conversa ela me apresentou uma outra perspectiva sobre o mesmo tema: o ponto de vista da recompensa.

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Quando falamos em esperar e confiar, é impossível não fazer analogia à prática da plantação. Um fazendeiro, prepara as suas terras para o plantio, lança as sementes na época propícia, e sabe que precisa esperar o tempo certo para colher.

A colheita perfeita, só acontece no período certo – nem antes, nem depois. A recompensa acontece exatamente quando ele avista o campo florescido, e para isso tudo existe um tempo determinado.

Muitos focam apenas na dor, na ausência daquilo que ainda se espera, dando lugar a agonia, ansiedade, brechas para sentimentos ruins e decisões precipitadas.

A concentração apenas na perspectiva da dor da espera, trás desesperança, a aceitação de qualquer coisa, tristeza profunda, desistência daquilo que se quer, frustração e comparações desnecessárias…

Entretantoquando essa espera é baseada no processo de um cultivo produtivo, o resultado é visto como recompensa. Percebemos que valeu a pena esperar.

Não vou negar, a temática central da conversa era vida sentimental, uma área que importa a muitas pessoas… E, veja só como a minha amiga expressou o resultado futuro desse processo da espera, olha só o que ela disse entre tantas coisas sábias naquele dia:

“… por você [falando da pessoa com quem ela irá um dia ter um relacionamento], valeria a pena esperar mais 10 anos se fosse preciso.”

Uau, imagina só poder falar isso, poder enxergar a bênção da boa recompensa.

Sem pressa, com fé e confiança, um dia, acontecerá o que tanto se espera, e no processo daqueles que creem em Deus, Ele vai nos moldando, nos dando direção… é produtivo.

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27

 “… ela se assemelha a poesia.”

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Arte por @natienevieira (@natieneilustracoes). Obrigada por captar com carinho cada traço, cada detalhe em mim! Certeza a ilustração favorita da vida! Você é magnífica, talentosíssima e cheia de potencial ❤ Foi um presente maravilhoso, que Deus te abençoe!

9.855 dias vivendo na Terra. Hoje, dia 27 de julho de 2019 (208.º dia do ano), completo 27 anos

Esperei tanto por isso.. 27 no dia 27!

Sabe, vou confessar uma coisa: eu não sou uma pessoa comum. Não sou o “normal dos outros”, nem sou muito previsível. Na verdade sou sim, diferente, e muito diferente.

Infelizmente, eu demorei muito tempo para entender isso. Demorei para entender a singularidade que há em mim, ainda preciso praticar em sua totalidade o chamado “amor próprio”.

É fácil encontrar pessoas que se surpreendem comigo. Pessoas que olham pra mim e se surpreendem com o meu rosto ruborizado, ou com as minhas mãos que às vezes soam e/ou tremem. Se surpreendem com a minha maneira ofegante de falar ao estar me apresentando em público, ou com a minha forma de querer passar despercebida em alguma situações.

Pessoas que se surpreendem quando leem um texto meu, ou quando me ouvem cantar. Pessoas que às vezes interpretam a minha maneira reservada de ser como sendo ruim, ou como um ponto a favor meu.

Já ouvi falar que sou como um caracol, por me fechar, e sim, às vezes me fecho mesmo. Fico só, eu e meus fones de ouvido. Nasci com músicas nas veias, ritmo no meu corpo, e a melodia nas cordas vocais. Não consigo imaginar a vida sem rimas, sem harmonia, ou uma canção tema para cada fase, lugar, memória.

Existe uma sonhadora em mim, e ela vive 24 horas em atividade. Por isso estou sempre sorrindo, ou estou distante — ou as duas coisas ao mesmo tempo.

Amo abraços, amo conhecer as pessoas, ouvi-las, estar com elas. Fazê-las sorrir, destacar os pontos positivos, colocá-las pra cima. Gosto de ajudar, estender a mão.

Aprendi um novo termo que eu quero levar pro resto da minha vida, sobre ser semelhante a poesia. Sou um tipo de arte, uma associação harmoniosa. Cada pedacinho de mim me torna o que sou, e o que eu sou pode despertar no meu próximo, vários tipos de reações e sentimentos. A composição que sou, pode impactar o ambiente que eu vivo. As características que eu tenho, podem somar e gerar um equilíbrio.

Meus versos podem ser livres, ou rimados. Calculados numa métrica específica, ou apenas ser. Às vezes de alta complexidade, às vezes simples como um pequeno texto, mas sempre com seu significado.

Aprendi que a minha personalidade é necessária. A minha imagem compõe um gênero, sou criação de Deus, filha dos meus pais, irmã dos meus irmãos, amiga dos meus amigos, cidadã de um país, colaboradora da empresa onde trabalho, parte de uma comunidade, parte de um plano.

Sou o resultado de mais de 9 mil dias, até o momento dessa publicação, sobrevivi a todos eles, e estou me formando. E me reformando. Caindo e levantando. Construindo e desconstruindo a mim mesma a cada nova experiência. Sorrisos, lágrimas, suor, sangue. Fluidos, químicos, vitaminas e minerais. Visão, tato, paladar, olfato e audição. Coração batendo, ar entrando e saindo pelas narinas. Sobretudo, com fé.

Deise, se assemelha a poesia. Ela se entrelaça com as palavras, com o significado delas.— é bem verdade que às vezes ela fica sem palavras, mas mesmo quando não há o que dizer, seus olhos, sua expressão corporal, tudo nela entrega.

Ao mesmo tempo que é tempestade, é calmaria.

Crê em Deus e O ama. Assim como ama a linda família que tem, e aprecia a cada um de seus amigos.

Ama um cara chamado Chris Brown desde os 15 anos, cores fortes nas suas unhas grandes, batons de cores vibrantes, brincos grandes, chocolates em geral, refrigerante de cola, pães e massas de todos os tipos.

Às vezes se importa demais com as coisas, pensa demais nelas.

Ama fazer a segunda voz nas canções, fazer traduções simultâneas… ama dançar pela casa, especialmente pelo corredor e à frente da televisão. Anda sempre descalça em casa, e quase nunca se agasalha direito no frio, inclusive, sua estação favorita é o verão.

Faz coleção de anéis e caderninhos — oh menina pra ficar guardando papéis e papéis!!!! Organização, não é muito o seu forte, e suas manias são muito particulares…

É atraída por flores e sua beleza. Gosta de desejar “bom dia”, “bom almoço” e, nunca vai deitar sem dar e receber um “boa noite”. Bah, ela sabe como fazer uma gozação hahaha. E as trilhas sonoras? Quem convive sabe.

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Oi, eu sou a Deise e hoje completo 27 invernos.

Sinto-me grata, abençoada, protegida, amada, cuidada e orientada por Deus.

Senhor, obrigada por mais um ano.

Família, meus amores, obrigada por se esforçarem por mim e por fazerem cada detalhe dar certo!

PS: eu sempre sonhei em encontrar uma música com o meu nome, e eu finalmente achei uma que toca bem fundo no meu coração, em maio deste ano e vou deixar aqui no finalzinho desse post gigante haha.

Let it go, Daisy, let it go. Open up your fists, this fallen world, doesn’t hold your interest, it doesn’t hold your soul… Daisy, let it go.

Obrigada pela paciência, pelo amor e carinho!

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À Prova

Eis que foi para a minha paz que tive grande amargura, mas a Ti agradou livrar a minha alma da cova da corrupção; porque lançaste para trás das tuas costas todos os meus pecados. — Isaías 38:17

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Certos tipos de acontecimentos e quebras de relações, nos deixam impactados.

Questões que nos deixam “baratinados”, sem norte, confusos, sem saber realmente o porquê daquilo — mas, na verdade, a real é que bem no fundo sabemos o motivo. Essas sensações são apenas frutos da nossa humanidade… porque as provações, os términos, os finais de ciclos têm o propósito de nos fazer crescer, de moldar-nos, de mostrar aonde está nosso coração e, em quem está firmada a nossa dependência.

Não é fácil, mas devemos ser gratos pelas nossas provações, pois só há aprovação se passarmos pela prova, certo? E na maioria das vezes ela é exigente! Ah, como dói! Mas, sabe, Deus trata as nossas turbulências como leves e momentâneas. Tudo passa! Deus encontrou diversas maneiras de me falar isso nessas últimas semanas, e eu tive que compartilhar com vocês através de texto aqui no blog.

Porque tudo isto é por amor de vós, para que a graça, multiplicada por meio de muitos, faça abundar a ação de graças para glória de Deus.
Por isso não desfalecemos; mas, ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia.
Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente;
Não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas. — 2 Coríntios 4:15-18

Cedo ou tarde, fará sentido. Tudo isso, tem uma razão — talvez eu tenha que aprender mais sobre resiliência, mais sobre perseverança. Talvez seja algo relacionado à responsabilidade, resistência, não sei, talvez seja algo que eu ainda não consegui enxergar, mas que ao final do inevitável processo, eu terei aprendido.

Só sei que é Deus quem tem me mantido firme mesmo quando eu me encontro na linha tênue de acreditar ou “desacreditar” de mim. Quando eu me tento a ficar “bamba” entre o merecer ou não, se sou amada ou não, se me valorizam ou não, se vale a pena ou não, se devo revidar ou não, se estou realmente errando ou não, se estou me cobrando demais ou não, se estou atendendo ou não as expectativas e por aí vai.

Por amar a minha alma, Ele não me livra de passar pela prova. Por amor à minha alma, Ele não me isenta das tribulações, muito menos das provações, mas Ele me livra da cova. Ele me livra de morrer na estagnação, Ele me livra de morrer na minha própria destruição. ❤️🙏🏽

Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados.
Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos;
Trazendo sempre por toda a parte a mortificação do Senhor Jesus no nosso corpo, para que a vida de Jesus se manifeste também nos nossos corpos; — 2 Coríntios 4:8-10

Obrigada Deus, porque aprender contigo é sempre um privilégio, passar pela prova com o Teu apoio é sempre um refrigério. Sei que não estou só — e, permanece em mim, as promessas que o Senhor me deu há mais de um ano:

Tu conservarás em paz aquele cuja mente está firme em ti; porque ele confia em ti.
Confiai no SENHOR perpetuamente; porque o SENHOR DEUS é uma rocha eterna.

Isaías 26:3,4

Deus nos lapida, nos prepara, nas dificuldades da vida — só assim, Ele pode nos dar, fazer coisas grandes.

Quanto mais usado por Deus, mais difíceis serão as peneiras…

Sim, meus amigos, estou de volta no mês mais lindo do ano!

Seja bem-vindo Julho!

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