Álbum: “One More Light” Linkin Park

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Capa linda: Cada criança representa um membro da banda, e a união entre as famílias deles!

Sou fã do Linkin Park, desde o primeiro álbum deles. Acompanhar a carreira da banda se tornou algo familiar, porque compartilho isso com meus irmãos que também admiram muito o trabalho deles, portanto são muitas histórias, muitas canções que fizeram parte de nossas vidas.

Por isso, ao longo dos anos, não perdemos um lançamento, e cada um aqui, têm seus álbuns preferidos, suas músicas favoritas – aquelas que não saem das nossas playlists, das nossos momentos marcantes.

Maio tem sido um mês super musical para mim, parei para escutar álbuns e avaliá-los, então prepare-se, porque hoje tem mais uma resenha especial ❤

Conceito do álbum e minha opinião:

“One More Light” é um álbum com letras pessoais e reveladoras, um álbum tocante, que mostra o amadurecimento da banda, ritmos mais calmos, porém com aquela “porção eletrônica”. Acontece que muitos fãs da antiga, não curtiram muito essa “mudança” (que na verdade já vem acontecendo há algum tempo) e logo vêm aqueles que dizem “Linkin Park se vendeu para o pop” “isso tá parecendo música de astro teen” – sendo que, na minha opinião, não é o que acontece com eles. Fiquem comigo, que eu explico para vocês!

Lançado em 19 de Maio, “One More Light”, sétimo álbum de estúdio da banda, mudou o curso: diferentemente do que foi The Hunting Party (trabalho antecessor), esse conta com elementos eletrônicos, sem guitarras pesadas, e com menos faixas – são precisamente dez músicas. Segundo os integrantes, as letras foram compostas com colaboradores diferentes e de fora do ramo do rock, e chegaram primeiro, antes das melodias tomarem forma. Uma novidade que merece ser comentada, é a participação de vocais femininos – a novata Kiiara, cantora americana que mescla electro-pop e R&B, em Heavy – primeiro single, e honestamente uma das faixas destaque.

OML é dedicado a uma amiga próxima da banda que faleceu rapidamente vítima de câncer, e de alguma forma, todas as músicas remetem a sentimentos mistos, relação com a família, perdas, aprendizados… tem menos elementos do rap (já que Mike Shinoda somente incluiu seu talento como MC em Good Goodbye [feat. Pusha T e Stormzy – que são rappers], e preferiu cantar em Invisible e Sorry For Now).

“One More Light” é considerado por mim, como um álbum que flui. Você ouve da primeira à última faixa sem querer pular. Você mergulha no conceito, mergulha na emoção passada nos vocais, nos elementos instrumentais (que ficam na sua cabeça e é impossível não cantarolar depois) e passa a refletir nas letras. É possível entender a fase que eles vivem. Linkin Park sempre foi aquela banda que não se encaixa sempre em um padrão, eles sempre vêm com um disco diferente.

Não acredito que essa tenha sido apenas uma tentativa de tocar em rádios, ou de alcançar novos públicos com as chamadas “farofas”. Ainda é o LP de sempre, porém com a coragem de fazer algo novo e com sinceridade. Não é uma mera repetição de outros trabalhos, sim é diferente de tudo que já fizeram, mas essa é a graça da coisa, se reinventar.

Resumindo, se você já conhece a banda, esqueça de tudo que você já ouviu e, todos os outros conceitos aplicados. Ouça o álbum esperando algo diferente. E você que ainda não ouviu, não perca a oportunidade, eis aqui minhas favoritas 🙂

1. Halfway Right

2. One More Light

3. Heavy

4. Battle Symphony

5. Sorry For Now

6. Invisible

Tracklist:

1. Nobody Can Save Me

2. Good Goodbye (feat. Pusha T & Stormzy)

3. Talking to Myself

4. Battle Symphony

5. Invisible

6. Heavy (feat. Kiiara)

7. Sorry for Now

8. Halfway Right

9. One More Light

10. Sharp Edges

Lembrando que o álbum já está disponível em todas as plataformas digitais! Você gostou de “One More Light”? Comente!

Who cares if one more light goes out?
Well I do.

margarida desenho-Transp

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3 thoughts on “Álbum: “One More Light” Linkin Park

    • senhoritadeise

      “Meteora” e “Hybrid Theory” são icônicos! Não sei se existe algum trabalho deles que se compare a essas duas obras de arte haha, mas eu compreendo as fases que um artista passa. Todos nós vivenciamos isso, imagine então aqueles que têm a arte como a música correndo em suas veias? Tudo muda, e é natural que as bandas também passem por esse processo, e transmitam nos trabalhos que realizam e eles estão passando por esse momento muito bem na minha opinião!

      Vale a pena ouvir esse álbum! Está bem sincero, bem gostoso de ouvir. Linkin Park ainda é A BANDA, e sempre terei um carinho especial!

      Muito obrigada Inajara pela sua visita e pela sua colaboração através do seu comentário!
      Beijos!

      Curtir

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