Tchau Julho!

Meu mês favorito acabou! Eu fiz uma proposta para mim mesma e, consegui cumprir! Hoje eu farei um pequeno resumo do que eu vivi nesses 31 dias – foi intenso!

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Julho foi um mês de muito frio em São Paulo. Foi um mês em que eu pude entrar em contato com novas experiências, falar com novas pessoas. Decidi passar parte do meu tempo, assistindo coisas que me edificaram, e me ensinaram muito. Comprei uma agenda e a transformei em um diário, antes, eu apenas escrevia alguns fatos que eu considerava importantes mesmo (como destaques) – mas hoje, eu escrevo tudo nos mínimos detalhes, não deixo o meu dia “passar em branco”.

Fiz algumas comprinhas pra mim. Consegui fazer um processo que eu raramente faço por ter a pele extremamente sensível, comemorei mais um ano de vida, e em meio a tudo isso, passei as semanas mais reveladoras até agora. Recebi mensagens de pessoas que amo. Passei por dias de muitas lágrimas e reflexões. Dias que eu pude desabafar com quem podia me ajudar de fato, consegui analisar o que eu estava sentindo, o que eu estava vivendo. Um dia que senti muita dor. Uma perda que vai impactar muita gente pra sempre.

Deus me mostrou muita coisa, me ensinou, me envolveu com o Amor dEle, e a lição que ficou pra mim, foi a seguinte: “Deus abriu uma porta para a humanidade, e essa porta é Jesus”. Precisamos viver e levar esse Amor. Estou lendo o livro de Romanos na Bíblia, todos os dias antes de dormir, e encontro versículos tão fortes e inspiradores, recomendo que você leia também!

Glória, porém, e honra e paz a qualquer que pratica o bem; primeiramente ao judeu e também ao grego;
Porque, para com Deus, não há acepção de pessoas.
Porque todos os que sem lei pecaram, sem lei também perecerão; e todos os que sob a lei pecaram, pela lei serão julgados.
Porque os que ouvem a lei não são justos diante de Deus, mas os que praticam a lei hão de ser justificados.
Romanos 2:10-13

Escrevi bastante, consegui postar todos os dias esse mês, em horários diferentes, mas cumprindo o prometido! Atingi a importante marca de 10 mil visualizações totais! Foi um mês de boas impressões e números nas redes sociais, obrigada a você que fez e ainda faz parte disso!

Músicas que eu mais escutei esse mês: All I Can Think About Is You e Miracles (Someone Special) de Coldplay, Porque El Amor Manda de América Sierra e 3BallMTY, El Amor Manda de Maria José, Prince Of Peace de Hillsong United, Oceans (Where Feet May Fail) Instrumental de Bethel Music, Mark The Graves – Instrumental de Linkin Park, I Need Heaven de Brolly e The Beautiful Letdown de Switchfoot + algumas canções gospel. Recomendo todas.

Para fechar, quero deixar aqui, um trecho de um texto interessante que eu li – gera uma boa reflexão – e que pode ser encontrado na “Bíblia Sagrada com as anotações de fé do Bispo Edir Macedo” (feita em comemoração dos 40 anos da Igreja Universal do Reino de Deus):

A correção do Senhor: A disciplina de Deus é a marca do Seu amor por Seus filhos. Tudo que vem da Mão dEle tem grande lucro para o ser humano, até mesmo a aflição, pois visa corrigir suas faltas e fortalecer sua fé. Por conhecer o que se passa no íntimo de cada um, o Altíssimo identifica a tendência ao orgulho, à justiça própria e ao desprezo ao próximo. Diante disso, a fim de impedir que essas más inclinações venham afastar os Seus filhos de Si, Deus permite situações difíceis para discipliná-los, ainda que isso lhes desagrade momentaneamente.

Tudo aquilo que o Senhor faz tem propósito eterno, por isso o justo jamais deve desprezar Sua correção e tampouco ‘desmaiar’, ou seja, se enfraquecer com o impacto da repreensão.” – Comentário feito pelo Bispo Macedo, citando Provérbios 3:11-12

Conte para mim como foi o seu mês de julho! Espero que Agosto seja um mês extremamente abençoado para todos nós, e que o blog month venha com tudo, vamos celebrar! Se você perdeu alguma coisa, basta clicar aqui, e garimpar!

Beijos da Senhorita Deise, obrigada por colaborarem comigo!

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Álbum: “One More Light” Linkin Park

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Capa linda: Cada criança representa um membro da banda, e a união entre as famílias deles!

Sou fã do Linkin Park, desde o primeiro álbum deles. Acompanhar a carreira da banda se tornou algo familiar, porque compartilho isso com meus irmãos que também admiram muito o trabalho deles, portanto são muitas histórias, muitas canções que fizeram parte de nossas vidas.

Por isso, ao longo dos anos, não perdemos um lançamento, e cada um aqui, têm seus álbuns preferidos, suas músicas favoritas – aquelas que não saem das nossas playlists, das nossos momentos marcantes.

Maio tem sido um mês super musical para mim, parei para escutar álbuns e avaliá-los, então prepare-se, porque hoje tem mais uma resenha especial ❤

Conceito do álbum e minha opinião:

“One More Light” é um álbum com letras pessoais e reveladoras, um álbum tocante, que mostra o amadurecimento da banda, ritmos mais calmos, porém com aquela “porção eletrônica”. Acontece que muitos fãs da antiga, não curtiram muito essa “mudança” (que na verdade já vem acontecendo há algum tempo) e logo vêm aqueles que dizem “Linkin Park se vendeu para o pop” “isso tá parecendo música de astro teen” – sendo que, na minha opinião, não é o que acontece com eles. Fiquem comigo, que eu explico para vocês!

Lançado em 19 de Maio, “One More Light”, sétimo álbum de estúdio da banda, mudou o curso: diferentemente do que foi The Hunting Party (trabalho antecessor), esse conta com elementos eletrônicos, sem guitarras pesadas, e com menos faixas – são precisamente dez músicas. Segundo os integrantes, as letras foram compostas com colaboradores diferentes e de fora do ramo do rock, e chegaram primeiro, antes das melodias tomarem forma. Uma novidade que merece ser comentada, é a participação de vocais femininos – a novata Kiiara, cantora americana que mescla electro-pop e R&B, em Heavy – primeiro single, e honestamente uma das faixas destaque.

OML é dedicado a uma amiga próxima da banda que faleceu rapidamente vítima de câncer, e de alguma forma, todas as músicas remetem a sentimentos mistos, relação com a família, perdas, aprendizados… tem menos elementos do rap (já que Mike Shinoda somente incluiu seu talento como MC em Good Goodbye [feat. Pusha T e Stormzy – que são rappers], e preferiu cantar em Invisible e Sorry For Now).

“One More Light” é considerado por mim, como um álbum que flui. Você ouve da primeira à última faixa sem querer pular. Você mergulha no conceito, mergulha na emoção passada nos vocais, nos elementos instrumentais (que ficam na sua cabeça e é impossível não cantarolar depois) e passa a refletir nas letras. É possível entender a fase que eles vivem. Linkin Park sempre foi aquela banda que não se encaixa sempre em um padrão, eles sempre vêm com um disco diferente.

Não acredito que essa tenha sido apenas uma tentativa de tocar em rádios, ou de alcançar novos públicos com as chamadas “farofas”. Ainda é o LP de sempre, porém com a coragem de fazer algo novo e com sinceridade. Não é uma mera repetição de outros trabalhos, sim é diferente de tudo que já fizeram, mas essa é a graça da coisa, se reinventar.

Resumindo, se você já conhece a banda, esqueça de tudo que você já ouviu e, todos os outros conceitos aplicados. Ouça o álbum esperando algo diferente. E você que ainda não ouviu, não perca a oportunidade, eis aqui minhas favoritas 🙂

1. Halfway Right

2. One More Light

3. Heavy

4. Battle Symphony

5. Sorry For Now

6. Invisible

Tracklist:

1. Nobody Can Save Me

2. Good Goodbye (feat. Pusha T & Stormzy)

3. Talking to Myself

4. Battle Symphony

5. Invisible

6. Heavy (feat. Kiiara)

7. Sorry for Now

8. Halfway Right

9. One More Light

10. Sharp Edges

Lembrando que o álbum já está disponível em todas as plataformas digitais! Você gostou de “One More Light”? Comente!

Who cares if one more light goes out?
Well I do.

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Throwback Songs #2

O “Throwback” de hoje é muito especial. Eu tenho tantas histórias para contar, e sinto-me feliz, orgulhosa de saber que esses momentos, essas lembranças têm músicas ligadas diretamente à elas. Sempre fui uma pessoa musical, sempre – difícil não me transportar, conectar quando elas tocam meu coração. Gosto de todo tipo: das melodias doces, agitadas, vozes que brincam no agudo e no grave. Vocais masculinos e femininos – AMO música. Meu gosto eclético iniciou-se no rock, mais precisamente nas bandas, e esse é o tema de hoje!

Eu morava em Salvador quando esse estilo musical predominava e acabou me conquistando. Meu gosto pela língua inglesa começou a aparecer e o contato com as bandas internacionais foi instantâneo! Eu passava algumas horas da minha tarde na MTV, e às vezes no canal 21. Ficava esperando meus clipes favoritos, ligava o “closed caption” e ficava vendo a letra também (aprendi tanto). Quando tive acesso, passei a assistir o canal Multishow, e o TVZ passou a ser a minha fonte de traduções simultâneas.

Hoje eu escolhi os singles que mais me emocionam. Músicas que carregam significado, profundidade na letra, melodia e produção. Essas são parte da trilha sonora da Deise gente! De antemão, conto que amo demais cada uma dessas bandas, amo cada música escolhida e que elas sempre me trarão coisas boas, e até alguns momentos tristes que já foram superados e me fazem bem, porque me trouxeram até aqui.

Nirvana

All Apologies – Nirvana: Composta por Kurt em 1990, demorou três anos para ser lançada. Som mais “abrasivo”, Kurt dedicou à sua família, não pela letra, mas pelo clima, que segundo os produtores é “pacífico, de felicidade e conforto”. A versão que ganhou clipe, foi a acústica, que é linda demais gente 🙂

Green Day 2

Good Riddance (Time Of Your Life) – Green Day: Um dos singles recordista de vendas da banda. Tentaram encaixar no Dookie, mas o produtor achou que não combinava com o restante das canções. Em 1997, Billie decidiu incluir no Nimrod e foi um grande sucesso, considerado um hino para muitos fãs da banda. Aquela que te faz refletir 🙂

Evanescence

My Immortal – Evanescence: Sempre fui apaixonada pela voz da Amy. Até hoje ela é uma das maiores referências de vocais femininos da indústria musical, para mim. Essa música tem várias versões, a mais famosa é a hidden track do álbum “Fallen” (2003) que tem a performance completa da banda. Tem poder e muito sentimento 🙂

Coldplay

The Scientist – Coldplay: Quem não conhece essa música? Lançada em 2002 essa música fala sobre o desejo de amar, e o desejo de receber o perdão. Escrita por todos os membros da banda, essa é uma das canções que permanecem na setlist dos shows do Coldplay. Esse clipe fantástico foi super aclamado por ter sido filmado no reverse e deixa tudo mais ainda emocionante 🙂

Blink-182

Adam’s Song – Blink-182: Tom DeLonge, meu primeiro crush ❤️ o ano é 1999, essa música que tem um tom mais sério,  quase foi deixada de fora do álbum, porque o autor dela Mark Hoppus, temia colocar essa composição, mas seus amigos de banda receberam de braços abertos. No final, ela é feliz 🙂 – termina incentivando a esperança, e dando uma visão mais inspiradora sobre o mundo: “Tomorrow holds such better days / Days when I can still feel alive/ When I can’t wait to get outside.”

Linkin Park (2)

In The End – Linkin Park: Assinatura da banda, segunda música mais tocada nos shows até hoje. Sucesso comercial lançada em 2001, foi muito bem recebida pela crítica e pelos fãs. Carrega uma mensagem significativa e bem forte, clicando no nome das músicas, você será redirecionado para o site Genius que explica diversas estrofes das músicas 🙂 vale a pena clicar.

Limp Bizkit

Home Sweet Home/Bittersweet Symphony – Limp Bizkit: De 2005, esse cover é o único single do álbum de compilação da banda. Também conhecida como “Bittersweet Home”, essa música é um medley de dois sucessos das bandas Mötley Crüe e The Verve respectivamente. O vídeo tem uma mistura de todos os clipes, backstage e outras filmagens da banda. Nem sei explicar o quanto essa canção me emociona, já ouvi tantas e tantas vezes! Rapidamente virou a minha favorita, tem mais de 100 reproduções em um dos meus dispositivos – imagina nos outros haha 🙂

Espero que vocês tenham gostado!

Foi com muito carinho ❤

Leia também ✗ Throwback Songs #1

Beijos.

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